Após uma ida à praia no final do mês de Agosto em que passei parte do dia a observar os surfistas (e as surfistas!!) fiquei entusiasmado com a ideia de experimentar fazer surf e bodyboard.
Impulsionado pelo meu afilhado Diogo (Grande Surfista), decidi iniciar as minhas lides marítimas pelo bodyboard.
Surfista que é surfista tem que ter o seu próprio equipamento, pedi alguns conselhos ao meu amigo Alex(Surfista de Longa data ) e lá fui comprar prancha, fato e pés de pato.
Para estreia escolhemos uma praia mítica e muito conhecida... o Baleal.
Fiquei impressionado com a quantidade de pessoal que pratica surf e body nestas praias, a uma dada altura já pareciam formigas na praia.
Bom quanto à minha estreia, com o jeito que tenho mais tarde ou mais cedo irei entra no circuito mundial!!!!
Falando mais a serio o bodyboard é um desporto muito interessante e exigente quer fisicamente quer tecnicamente, requer muito treino para que se consiga fazer alguns efeitos numa onda.
A manobra que eu consegui fazer mais vezes tem um nome conhecido " Trambolhão enrolado na onda"!!!!
Foi um dia extremamente bem passado e claro não podemos desistir à primeira e eu não desisto.
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
"Drave" ... O regresso
Olá amigos, já recuperei do empeno que levei nesta travessia e já consigo escrever!!!!
Sábado dia 14 de Agosto rumei a S.Pedro do Sul com dois amigos ( Alex e Bruno), o objectivo desta travessia era fazer parte do percurso do GeoRaid que se realizou em Abril.
Confesso que ia com um pequeno sentimento de "vingança", queria mostrar aquelas montanhas que era capaz de as transpor com esforço, claro, mas também evitando ao máximo o desmontar da bike....
Muitos ficam a pensar "que raio de objectivo, transpor aquelas montanhas sem desmontar da bike?", mas era o meu objectivo e digo-vos caros amigos fiquei longe do meu objectivo.
Facto importante deste passeio foi a companhia de dois grandes companheiros e grandes bttistas, que vivem o btt da forma que eu vivo, um bem haja para eles.
No que se refere ao passeio e apesar de já ter sido relatado de maneira exemplar em dois blogues (alex;Bruno), foi uma travessia dura mas, como dizem no georaid, não foi uma travessia de btt, foi uma travessia em "bicicleta de montanha".
Partimos de S.Pedro do Sul por volta das 8:15, a parte inicial era muito rolante pela antiga linha do Vouga, mas depressa chegámos a zona onde iríamos enfrentar a subida do dia, a subida para o alto da Serra de S.Macário, uma subida imponente com zonas muito técnicas e inclinações de meter respeito.
Com maior ou menor esforço todos chegámos ao alto de S.Macário onde pudemos desfrutar de uma paisagem bonita manchada infelizmente em alguns sítios pelos muitos incêndios que têm deflagrado na zona.
Após breve paragem rumámos em alcatrão até ao Portal do Inferno, e apesar de ser em alcatrão para chegar ao Portal do Inferno é mesmo um grande inferno, tal a "quantidade" e "qualidade" das paredes que temos de transpor.
Depois do Portal do Inferno e já com o empeno a fazer-se notar, iniciámos a aquela que para mim é das descidas mais duras, mais técnicas e mais perigosas..... descida para aldeia de Drave.
Esta descida mete muito respeito, confesso que das duas vezes que lá passei foi sempre a pé e mesmo assim tem um ou outro sitio de difícil progressão.
E para sair de Drave? Se chegar a Drave é difícil, sair de lá é complicado, complicado pelo simples facto de ser uma subida longa com inclinações brutais, mas tudo se faz nem que seja a pé!
Nesta subida o empeno já era grande e na companhia do Bruno lá fomos andando uns bocados montados na bike outros a andar a pé, enquanto isso o Alexandre que fez a subida como se fosse uma descida, estava com vontade de brincar e no alto do monte enquanto via o nosso esforço para superar a montanha fazia ligações ora para o meu telemóvel ora para o telemóvel do Bruno isto tudo para quebrar o nosso ritmo "diabólico" que vínhamos a imprimir.
Parcialmente refeitos do esforço da grande subida, rolámos em alcatrão até a um posto móvel da protecção civil onde gentilmente um bombeiro nos cedeu uma garrafa de água fresca.
Nesta paragem verificámos que para continuarmos o caminho pretendido era sempre subir, era em alcatrão mas era a subir, o Alex dizia que era uma subida suave mas eu e o Bruno já não estávamos nas melhores condições e com esforço conseguimos convençer o Alex a encurtar caminho.
Do alto da serra até S.Pedro do Sul foi sempre a descer em alcatrão por uma zona bastante fustigada pelos incêndios.
Um dia bem passado, até à próxima aventura.
Sábado dia 14 de Agosto rumei a S.Pedro do Sul com dois amigos ( Alex e Bruno), o objectivo desta travessia era fazer parte do percurso do GeoRaid que se realizou em Abril.
Confesso que ia com um pequeno sentimento de "vingança", queria mostrar aquelas montanhas que era capaz de as transpor com esforço, claro, mas também evitando ao máximo o desmontar da bike....
Muitos ficam a pensar "que raio de objectivo, transpor aquelas montanhas sem desmontar da bike?", mas era o meu objectivo e digo-vos caros amigos fiquei longe do meu objectivo.
Facto importante deste passeio foi a companhia de dois grandes companheiros e grandes bttistas, que vivem o btt da forma que eu vivo, um bem haja para eles.
No que se refere ao passeio e apesar de já ter sido relatado de maneira exemplar em dois blogues (alex;Bruno), foi uma travessia dura mas, como dizem no georaid, não foi uma travessia de btt, foi uma travessia em "bicicleta de montanha".
Partimos de S.Pedro do Sul por volta das 8:15, a parte inicial era muito rolante pela antiga linha do Vouga, mas depressa chegámos a zona onde iríamos enfrentar a subida do dia, a subida para o alto da Serra de S.Macário, uma subida imponente com zonas muito técnicas e inclinações de meter respeito.
Com maior ou menor esforço todos chegámos ao alto de S.Macário onde pudemos desfrutar de uma paisagem bonita manchada infelizmente em alguns sítios pelos muitos incêndios que têm deflagrado na zona.
Após breve paragem rumámos em alcatrão até ao Portal do Inferno, e apesar de ser em alcatrão para chegar ao Portal do Inferno é mesmo um grande inferno, tal a "quantidade" e "qualidade" das paredes que temos de transpor.
Depois do Portal do Inferno e já com o empeno a fazer-se notar, iniciámos a aquela que para mim é das descidas mais duras, mais técnicas e mais perigosas..... descida para aldeia de Drave.
Esta descida mete muito respeito, confesso que das duas vezes que lá passei foi sempre a pé e mesmo assim tem um ou outro sitio de difícil progressão.
E para sair de Drave? Se chegar a Drave é difícil, sair de lá é complicado, complicado pelo simples facto de ser uma subida longa com inclinações brutais, mas tudo se faz nem que seja a pé!
Nesta subida o empeno já era grande e na companhia do Bruno lá fomos andando uns bocados montados na bike outros a andar a pé, enquanto isso o Alexandre que fez a subida como se fosse uma descida, estava com vontade de brincar e no alto do monte enquanto via o nosso esforço para superar a montanha fazia ligações ora para o meu telemóvel ora para o telemóvel do Bruno isto tudo para quebrar o nosso ritmo "diabólico" que vínhamos a imprimir.
Parcialmente refeitos do esforço da grande subida, rolámos em alcatrão até a um posto móvel da protecção civil onde gentilmente um bombeiro nos cedeu uma garrafa de água fresca.
Nesta paragem verificámos que para continuarmos o caminho pretendido era sempre subir, era em alcatrão mas era a subir, o Alex dizia que era uma subida suave mas eu e o Bruno já não estávamos nas melhores condições e com esforço conseguimos convençer o Alex a encurtar caminho.
Do alto da serra até S.Pedro do Sul foi sempre a descer em alcatrão por uma zona bastante fustigada pelos incêndios.
Um dia bem passado, até à próxima aventura.
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
O regresso depois das férias..
Após uma semana de férias com a minha família, já estou com saudades de levar um empeno em cima da minha burra, é já no Domingo vou beber uma ginja ao castelo de ourem.
Muitas são as vezes que falamos dos empenos que levamos, da dureza das maratonas e passeios que fazemos, mas raramente damos destaque ás personagens que aguentam com o peso (muito peso) levam porradas monumentais enfim as nossas queridas bicicletas.
Em anexo vou colocar fotografias das minhas companheiras apreciem.
Muitas são as vezes que falamos dos empenos que levamos, da dureza das maratonas e passeios que fazemos, mas raramente damos destaque ás personagens que aguentam com o peso (muito peso) levam porradas monumentais enfim as nossas queridas bicicletas.
Em anexo vou colocar fotografias das minhas companheiras apreciem.
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Volta a França 2010
O "nosso" Sérgio Paulinho vence etapa da maior corrida de bicicletas de estrada do mundo.
Foi só uma etapa mas é sempre um grande feito neste tipo de competições... Força Sérgio.
Foi só uma etapa mas é sempre um grande feito neste tipo de competições... Força Sérgio.
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Travessia Fátima-Salinas Rio Maior-Fátima
Sábado 3 de Julho de 2010
Mais uma grande travessia de Btt.
Compareceram á partida eu o Alex o Ro"t"olfo o Nelson, Danilo, Miguel e Marcio.
Saímos de Fátima por volta das 6:30 em direcção a Minde pelos caminhos de Fátima/Santiago, onde desfrutamos do cafézinho para aquecer o osso do peito.
Rumámos em direcção a Mira de Aire com passagem por um dos sítios mais bonitos do dia, o Polge de Minde, muito bonito, rolámos largos minutos debaixo de uma cúpula natural em arbusto feita pela mãe natureza.
Chegados a Mira de Aire andámos um pouco pelo alcatrão até ao corte para Alvados, até aqui o pessoal ia muito bem disposto, foi sempre a descer!!!
Rapidamente e por uns trilhos "descobertos" e "testados" pelo Alexandre, lá chegámos a novo abastecimento em Porto de Mós.
Aproximavas-se a primeira grande subida do dia, o alto da Serra dos Candeeiros junto às antenas.
Todos cumpriram com maior ou menor esforço esta subida que tinha muitas zonas técnicas com bastante pedra.
Depois desta subida começamos a rolar no topo da montanha até chegar-mos a um dos sítios míticos desta travessia... o Arco da Memória.
Feita a foto da praxe lá seguimos em direcção às salinas de Rio Maior passando pelo sempre imponente parque éolico.
Nas salinas de Rio Maior decidimos parar para almoçar.
Recarregadas as baterias decidimos regressar por estrada até Porto de Mós, pois os kms já se começavam a notar nas pernas.
Com algum esforço lá chegamos a Porto de Mós, digo algum esforço porque apesar de rolarmos em estrada, apanhámos muito vento de frente demolidor...
Na zona de Porto de Mós a paragem obrigatória é na "TI MARIA DOS QUEIJOS", mas desta vez nada de doideiras, foi só mesmo para tomar um refresco... estou a falar a verdade!!
Depois desta breve paragem era hora do regresso a casa e que regresso.. de Porto de Mós até Fátima é sempre, sempre a subir, era a ultima subida do dia.
Passámos por algumas aldeias das quais destaco o "Homem da Morada" e "Pia do Urso" e assim chegámos felizes e contentes a Fátima, onde podemos jantar e apreciar 3 belas garrafas de vinho e claro não podia faltar o copo de abafado para terminar.
Assim que me for possível, vou publicar algumas fotos.
Da minha parte foi um prazer enorme passar este dia convosco, até breve.
Mais uma grande travessia de Btt.
Compareceram á partida eu o Alex o Ro"t"olfo o Nelson, Danilo, Miguel e Marcio.
Saímos de Fátima por volta das 6:30 em direcção a Minde pelos caminhos de Fátima/Santiago, onde desfrutamos do cafézinho para aquecer o osso do peito.
Rumámos em direcção a Mira de Aire com passagem por um dos sítios mais bonitos do dia, o Polge de Minde, muito bonito, rolámos largos minutos debaixo de uma cúpula natural em arbusto feita pela mãe natureza.
Chegados a Mira de Aire andámos um pouco pelo alcatrão até ao corte para Alvados, até aqui o pessoal ia muito bem disposto, foi sempre a descer!!!
Rapidamente e por uns trilhos "descobertos" e "testados" pelo Alexandre, lá chegámos a novo abastecimento em Porto de Mós.
Aproximavas-se a primeira grande subida do dia, o alto da Serra dos Candeeiros junto às antenas.
Todos cumpriram com maior ou menor esforço esta subida que tinha muitas zonas técnicas com bastante pedra.
Depois desta subida começamos a rolar no topo da montanha até chegar-mos a um dos sítios míticos desta travessia... o Arco da Memória.
Feita a foto da praxe lá seguimos em direcção às salinas de Rio Maior passando pelo sempre imponente parque éolico.
Nas salinas de Rio Maior decidimos parar para almoçar.
Recarregadas as baterias decidimos regressar por estrada até Porto de Mós, pois os kms já se começavam a notar nas pernas.
Com algum esforço lá chegamos a Porto de Mós, digo algum esforço porque apesar de rolarmos em estrada, apanhámos muito vento de frente demolidor...
Na zona de Porto de Mós a paragem obrigatória é na "TI MARIA DOS QUEIJOS", mas desta vez nada de doideiras, foi só mesmo para tomar um refresco... estou a falar a verdade!!
Depois desta breve paragem era hora do regresso a casa e que regresso.. de Porto de Mós até Fátima é sempre, sempre a subir, era a ultima subida do dia.
Passámos por algumas aldeias das quais destaco o "Homem da Morada" e "Pia do Urso" e assim chegámos felizes e contentes a Fátima, onde podemos jantar e apreciar 3 belas garrafas de vinho e claro não podia faltar o copo de abafado para terminar.
Assim que me for possível, vou publicar algumas fotos.
Da minha parte foi um prazer enorme passar este dia convosco, até breve.
sexta-feira, 2 de julho de 2010
LOUREIRA 400 ANOS
Ainda há bairrismo? Sim e muito na Loureira...
Não sendo a minha terra é no entanto a terra de alguém especial, a minha mulher e o meu filho.
A Loureira faz este ano 400 anos, nada de especial não fosse a atenção e o carinho que os residentes nutrem pela sua aldeia.
É de louvar o esforço o entusiasmo e dedicação com que têm organizado os festejos dos diferentes cantos.
Os parabéns para a Loureira, os meus parabéns para as gentes desta aldeia.
Tirei algumas fotos e uma é especial, uma pasteleira já com idade avançada.
Não sendo a minha terra é no entanto a terra de alguém especial, a minha mulher e o meu filho.
A Loureira faz este ano 400 anos, nada de especial não fosse a atenção e o carinho que os residentes nutrem pela sua aldeia.
É de louvar o esforço o entusiasmo e dedicação com que têm organizado os festejos dos diferentes cantos.
Os parabéns para a Loureira, os meus parabéns para as gentes desta aldeia.
Tirei algumas fotos e uma é especial, uma pasteleira já com idade avançada.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
4ª MARATONA DE ANSIÃO
No dia 30 de Maio eu e mais dois companheiros, Rodolfo e Silvain deslocamos-nos a esta maratona, um belo passeio de BTT.
Uma maratona com um bom nível organizativo, partida a horas, boas marcações, reforço normal e um percurso muito equilibrado (apesar da muita pedra!!!) alternando estradões com single-tracks bonitos que exigiam alguma prudência e técnica.
Foram 64 kms debaixo de uma temperatura a rodar os 27º correu dentro da normalidade e dentro dos objectivos a que nos propusemos ( Chegar ao fim!!!)
Uma maratona que se for possível irei repetir.

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